Adélio queria ser deputado caso Bolsonaro morresse com facada

Na sentença do criminoso Adélio Bispo de Oliveira, 40 anos, o juiz Bruno Savino também registrou que, em depoimento, o autor do atentado a Jair Bolsonaro tinha um plano de lucrar politicamente com a facada, diz O Antagonista.

“O réu mencionou, inclusive, sua pretensão de ser candidato ao cargo de Deputado Federal por partido de ideologia contrária à da vítima”, observou o magistrado da da 3ª Vara da Justiça Federal de Juiz de Fora (MG).

Jair Bolsonaro, quando era candidato do PSL à Presidência da República, foi esfaqueado por Adélio durante um ato de campanha em Juiz de Fora, em Minas Gerais na tarde do dia 6 de setembro de 2018.

No notebook que ele usava, a Polícia Federal (PF) encontrou contatos de pessoas, partidos e organizações de esquerda. O esfaqueador foi filiado ao Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) até o ano de 2014.

Apesar da absolvição obtida na última sexta-feira (14), Adélio Bispo será internado na Penitenciária Federal de Segurança Máxima de Campo Grande (MS), que possui espaço para tratamento de sua doença, enquanto não for verificada a cessação de sua periculosidade.

Bolsonaro disse que há um “circo armado”, e acrescentou que vai recorrer da sentença:

“O circo armado [é] que, a partir desse momento, se não houver recurso e [o processo] for transitado em julgado, se caso o Adélio queira falar quem pagou a ele para tentar me assassinar, não tem mais valor jurídico, ele é maluco.”

Amauricio Borba

Formado em Economia, Jornalismo e Ciências Políticas pela UNIVILLE – SC. Gaúcho de nascimento e catarinense de coração. Conservador de Direita sempre em defesa da ética, da liberdade de expressão e por um Brasil mais justo. Apaixonado por vendas é fundador do Jornal Expresso Diário
Amauricio Borba

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