Conheça planos de investimentos que você pode fazer em 2018

É preciso compreender primeiro como investir, sempre de acordo com seu perfil, objetivos e, claro, diversificando a carteira

Ano novo é geralmente a época de novas oportunidades, de mudanças e de rever o ano anterior para fazer melhor. Por que não aplicar isso para o mundo dos investimentos? Nesse momento, mais importante do que dizer onde investir, é preciso compreender primeiro como investir, sempre de acordo com seu perfil, objetivos e, claro, diversificando a carteira.

Para entender melhor o ano de 2018, é preciso olhar para 2017. Os acontecimentos do ano anterior sempre afetam o seguinte e assim sucessivamente. Como um equilíbrio, enquanto alguns investimentos sofrem uma queda na rentabilidade, como a poupança, por exemplo, também existem outros que se tornam mais atraentes, mas quais são eles?

Durante o post, vamos conhecer um pouco mais sobre as apostas para 2018. Mais do que adivinhar quais aplicações serão mais vantajosas para esse ano, vamos entender melhor o cenário e os impactos que ele sofreu, além do que pode mudar na sua vida, confira!

O que considerar antes de investir?

Antes de mais nada, independentemente do ano ou do nível de experiência em investimentos, é preciso ter claro algumas questões para avaliar ao dar início ao ano de 2018. Isso ajuda a compreender melhor onde e como investir da melhor forma para garantir maior rentabilidade.

Prioridades

Quando falamos em rever o ano anterior para trazer somente o que há de melhor para o novo ano, queremos dizer para repensar e, assim, traçar os objetivos e metas da sua vida. Aqui, é importante dizer, não falamos apenas de 2018: a lista de prioridades deve conter propósitos de curto, médio e longo prazos, organizados por ordem de importância.

Nesse momento, não há restrições! Se pretende abrir um novo negócio, fazer uma viagem, garantir uma aposentadoria tranquila, essa é a hora de colocar em prática. Para isso, no entanto, é preciso entender que outras pequenas coisas podem — e vão — ser adiadas, como o cafezinho na padaria em vez de tomá-lo em casa.

Retorno

Junto com a sua lista de prioridades e objetivos, é preciso, como já dito acima, ter definidos os prazos. O tempo é fator fundamental quando falamos em investimentos: pode ser a diferença entre um bom investimento e prejuízo.

Por isso, pense sempre em quanto tempo será preciso para atingir essa meta? A viagem que você quer, pode ser para daqui a dois anos; a aposentadoria, para 30 anos. Na prática, cada uma dessas metas exige um tipo de ativo financeiro diferente, com mais ou menos risco e, portanto, com diferentes rentabilidades, prazos e liquidez.

Perfil

Para ajudar nesse processo, é importante conhecer primeiro o seu perfil de investidor. Os mais jovens, por exemplo, tendem a ser mais agressivos, estão dispostos a arriscar mais, também pelo tempo de possuem disponível para contornar os efeitos das oscilações do mercado; conforme envelhecem, passam a ser mais conservadores, pois necessitam de prazos menores e, por isso, demandam ativos mais seguros.

O perfil ajuda bastante no momento de organizar prazos e objetivos. E é por essa união que são definidos os investimentos que mais valem a pena para cada um, pois é impossível que uma aplicação possa agradar a absolutamente todas as pessoas.

Cenário

Claramente, como todos já sabem, as mudanças no cenário também impactam significativamente nas estratégias de investimento. Assim como a informação é capaz de influenciar a rentabilidade, quando tomamos como base uma notícia antiga, também corremos o risco de não obter o retorno esperado, ou pior, termos prejuízo.

O cenário também nos ajuda a observar erros cometidos no passado e, então, aproveitá-los para avaliar nossos próprios investimentos e otimizar nossa carteira. Ainda que se tenham objetivos bem definidos, adequados ao perfil, a conjuntura do país pode modificar todos os planos de investimentos.

Como garantir bons investimentos?

Diante dessas informações, é natural achar que, para escolher corretamente um ativo financeiro, é preciso uma complexidade sem tamanho! Mas é fundamental ter em mente que, mais importante do que onde investir, é saber como garantir bons investimentos. Por sorte, isso é algo que se constrói com hábitos e uma mudança simples de comportamento.

O primeiro passo para garantir bons rendimentos é, com toda certeza, a constância. Planejamento, acompanhamento e estudo, quando falamos do mercado de ações, é o segredo do sucesso. Por isso, é válido aproveitar o começo do ano para garantir nossos hábitos financeiros.

O trabalho diário é mais simples do que parece: não haja por impulso e organize seu orçamento. Essas são tarefas que podem ser facilmente aplicadas no dia a dia ou nos seus investimentos, mas que devem ser utilizadas de maneira contínua para surtir efeito.

O segundo passo, mas não menos importante, é saber onde seu dinheiro está — e é imprescindível que ele não esteja alocado em um só lugar; afinal, caso a situação não seja favorável, é possível perder tudo!

Por isso, a diversificação é essencial para o sucesso dos investimentos. Cada investidor possui uma porcentagem e proporção mais adequada aos objetivos e perfis, mas de maneira geral, é ela que garante maior equilíbrio e, por consequência, menor probabilidade de perda.

Quais são os melhores planos de investimentos?

Como dito anteriormente, é difícil que determinado investimento seja ideal para todas as pessoas. Mas, a seguir, existem algumas dicas de onde investir sem problemas, de acordo com suas características de investidor, veja:

  • Para perfis conservadores

Os ativos de renda fixa são sempre os mais indicados para perfis mais conservadores. Assim, vale a pena alocar seu dinheiro no Tesouro Selic, em CDBs ou letras de crédito;

  • Para perfis moderados

Aqui, é possível diversificar e arriscar um pouco mais: para quem já possui uma carteira sólida, é válido investir em CRI, ou mesmo letras de câmbio e debêntures,

  • Para perfis agressivos

Os perfis agressivos gostam de arriscar bastante. Por que não entrar no mercado de ações? É possível mesclar ações de curto prazo — mas mais indicada àqueles com mais experiência —, ações com bons dividendos e, claro, não se esqueça de equilibrar a carteira para evitar perdas.

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