Feminista Patrícia Lélis acusa hospital Albert Einstein de mentir sobre saúde de Bolsonaro

A ativista feminista Patrícia Lelis acusou o Hospital Israelita Albert Einstein de conspirar junto com o presidente Jair Bolsonaro para esconder o diagnóstico de um “câncer de estômago”.

“Uma informação de uma pessoa de dentro do Hospital Albert EInstein afirma com toda certeza que a cirurgia de Bolsonaro não foi sobre a facada mas sim sobre um câncer no estômago. E que ele assumiu o risco de operar gripado e foi alertado que poderia virar pneumonia.”

Segundo a feminista, a informação sigilosa partiu de uma enfermeira que trabalha na ala onde Jair Bolsonaro está internado há 12 dias.

“O mais intrigante disso, segundo informações é que os funcionários que trabalham na ala onde está Jair são impossibilitados de entrar com celulares para que não ocorra nenhum registro”, disse ela.

Histórico de Patrícia

Patrícia é conhecida por frequentemente se dizer vítima de assédio sexual. O caso mais famoso envolve um suposto estupro praticado pelo pastor Marco Feliciano, cujo inquérito foi arquivado recentemente por não ter qualquer elemento para propositura de ação penal.

VEJA TAMBÉM:  Em raro momento de lucidez e bom senso, FHC defende privatizações

Em julho de 2017, a jornalista prestou queixa por “ameaça” contra o deputado Eduardo Bolsonaro, em Brasília.

Em novembro do ano passado, a defesa do deputado federal informou ao Supremo Tribunal Federal que rejeita acordo proposto pela PGR. Se aceitasse, o parlamentar pagaria multa e prestaria serviços à comunidade, mas Eduardo Bolsonaro quer comprovar a sua inocência.

Em agosto de 2016, a Polícia Civil de São Paulo informou que possui um laudo que revela que a feminista e jornalista Patrícia Lelis, de 24 anos, é “mitomaníaca”, ou seja, tem transtorno de personalidade que faz com que minta compulsivamente.

GOSTOU DESTA NOTÍCIA? ENTÃO CURTA E COMPARTILHE, É GRÁTIS!

ASSINE O EXPRESSO DIÁRIO, É GRÁTIS

DEIXE UM COMENTÁRIO