A senadora Gleisi Hoffmann está em pânico com a aproximação de seu julgamento previsto para ter início em junho no STF (Supremo Tribunal Federal).

Na ação que será julgada pelo plenário do Supremo, a petista é acusada de ter recebido R$ 1 milhão desviados da Petrobras para financiar sua campanha de 2010. O processo deve ser liberado nas próximas semanas pelo revisor, o ministro Celso de Mello.

A presidente nacional do PT tenta compor narrativas semelhantes às do ex-presidente Lula e diz que “Não tem como me condenar nesse processo. Não tem prova”, rebateu Gleisi esta semana, pouco antes do fiasco do lançamento da candidatura do ex-presidente Lula em todo o país.

“A ação é baseada em uma delação questionada”, defendeu-se a petista, em referência às acusações de que o advogado Figueiredo Basto cobrava dinheiro para livrar suspeitos das delações de seus clientes.

Além desse caso, a senadora enfrenta outras três acusações. Foi denunciada pela PGR(Procuradoria-Geral da República) por outros desvios na Petrobras no chamado “quadrilhão do PT” e por ter recebido R$ 3 milhões em caixa dois da Odebrecht.

A PF também afirma que ela recebeu R$ 1,3 milhão em propina e caixa dois da TAM e da empresa de tecnologia Consist.

“Só posso considerar que isso [as investigações] está sendo feito com o peso da divulgação que tem porque estou ocupando a presidência do PT.

Comecei a achar que sou importante. Só pode ser.”, afirmou a petista, tentando despistar o nervosismo com a proximidade do julgamento no STF.

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