Grupo de 13 países americanos pede novas eleições na Venezuela

Conjunto de 13 países americanos não reconhece eleição de Nicolás Maduro à presidência da Venezuela

Países que integram o Grupo de Lima (conjunto que estuda soluções para a crise venezuelana) emitiram um comunicado nessa sexta-feira (4) em que classificam como ilegítimas as eleições venezuelanas que reconduziram Nicolás Maduro à presidência. Na nota, Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Guiana, Honduras, Panamá, Paraguai, Peru e Santa Lúcia pedem que a Assembleia Nacional da Venezuela assuma o Executivo até que novas eleições sejam convocadas.

Isso porque, para o Grupo, o último pleito não assegurou a participação de todos os atores políticos da Venezuela, o que teria influenciado o resultado a favor de Maduro. O bloco argumenta que a solução da crise política pela qual a Venezuela passa deve ter a participação da população para ser democrática.

Ações

O Grupo de Lima reiterou que vai prosseguir com iniciativas em órgãos multinacionais para reivindicar o restabelecimento do respeito aos direitos humanos no país. Além disso, também pretende revisar as condições das relações diplomáticas com a Venezuela.

Entre outras medidas que serão adotadas, estão a proibição da entrada de funcionários do alto escalão do governo venezuelano em suas fronteiras e a restrição de empréstimos à Venezuela por órgãos internacionais. O Grupo anunciou ainda que vai suspender a transferência de armas ao país.

Confira o comunicado na íntegra.

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