Partido de direita que tenta salvar Angola de regime tirano, e genocida faz apelo aos angolanos

O Movimento de União Nacional, MUN abre o ano de 2019 com um apelo a todos os angolanos. A união do povo com o objetivo de repensar Angola e devolve-la à sua grandeza.

O Movimento de União Nacional, MUN abre o ano de 2019 com um apelo a todos os angolanos. A união do povo com o objetivo de repensar Angola e devolve-la à sua grandeza.

Depois de 27 anos de uma guerra com benefícios para o estrangeiro e os comunistas que a ganharam, o MUN foi obrigado a fazer uma análise muito profunda para que, desta vez as reivindicações não sejam em benefício do estrangeiro como no passado (o MPLA defendia ideias do Comunismo da Rússia e a UNITA defendia ideias americanas uma democracia fracassada).

Hoje, acreditamos que nenhum destes países conseguiu ajudar Angola e que nestes mesmos países as suas populações vivem dificuldades, se não for discriminação racial é a disparidade de classe social e a manipulação.

Já não podemos continuar no sistema estabelecido pelo MPLA, que chegou ao poder de forma demagógica, violando os acordos de Alvor e estabelecendo o Comunismo no nosso País.

Para que se fale de uma nova Angola, não podemos continuar na política do MPLA, sem o período de transição onde eles não devem dirigir. Angola, jamais estará em Paz e terá o desenvolvimento que cada angolano necessita.

A Transição vai permitir restabelecer o Estado, recomeçar a Nação, erradicar a corrupção, o tribalismo, o racismo, numa imagem comunista que se faz presente até hoje, tais como a bandeira, o hino e as estrutura Governamentais.

O povo está na miséria, não há comida, não há medicamentos, não há agua nem luz em muitos bairros. O lixo se acumula dia para dia, daí as doenças como o paludismo, cólera etc.

Falta de escolas e professores, difícil acesso ao Ensino Superior, enfim… Angola um país rico com milhões de pessoas na pobreza e graças aos políticos dos Partidos da oposição que nada fizeram para derrubar o regime ditador; apenas se preocupando com o seu bem-estar obtendo grandes lucros com os seus lugares no Parlamento.

Infelizmente, a ambição desmedida dos políticos que hoje dirigem Angola, apresenta-nos o estado de Nação que temos hoje, de alguém que tanto espera pelos políticos, saiu de casa para nós.

Escolher, da esperança que não saiu, que é a dos cidadãos que, lá bem no fundo, esperam para se reconciliar com a política, e de uma outra esperança, a esperança silenciosa e triste dos mais frágeis e dependentes.

Hoje o mundo, prima pela liberdade de pensamento e de expressão para concorrência e competição racional vencendo o melhor.

Mas, entre a vontade de um povo e o orgulho de um lado, sofre a maioria, considerada como vítima de sistemas políticos nepotista, gerontocráticos e caducos.

Fomos chamados à função sagrada da representação política para mudarmos o destino de um povo e de uma Nação chamada Angola.

O Movimento de União Nacional MUN é liberdade que se fez brilhar no horizonte para um povo fustigado por uma ambição politica desmedida de alguns cérebros que desvirtuaram todo um povo hoje abandonado a sua sorte nas aldeias, cidades e Países, consequência da razão moderna, do pensamento das luzes, da coragem dos justos. “REPENSAR ANGOLA E DEVOLVE-LA A SUA GRANDEZA”.

Que futuro esperamos para Angola?

Só uma organização neutra deve e poderá dirigir a transição. Essa organização é o Movimento de União Nacional.

O MUN, é o único Movimento com visão moderna, inclusiva e congregadora, que não participou na destruição do povo e do País, e que apresenta um projeto convincente e exequível para angolanos construindo Uma Angola para Todos e Todos por uma Angola.

Já la vão 43 anos de ditadura. Um País tão rico e hoje com milhões de pobres.
Diante de tantas atrocidades, ninguém diz nada, nem a opinião pública nacional nem a internacional.

Hoje, convido-vos para aderirem ao MUN-Movimento de União Nacional com o fim de mudarmos a nossa Angola para o melhor, onde cada um poderá contribuir com suas ideias e ser bem vindo e trabalhar segundo sua capacidade.

Se não tiver profissão, o estado dará esta formação para ter oportunidade de emprego. Direito a Saúde gratuita e em Casa, educação e segurança social.

Nós queremos um bem-estar para todos. Os filhos de antigos combatentes, todos sem exceção, terão direito definidos pelo estado em função do sacrifício dos seus País de Cabinda ao Cunene e do Mar ao Leste.

Viva Angola!

Viva o MUN!

Viva o nosso Líder Dr. Karl Mponda!

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Uma Angola para Todos e Todos por uma Angola!
Tudo pela Pátria, nada contra Pátria!
Deus – Pátria – Família
O Vice Líder
Carlos Jardim Silva

Amauricio Borba

Formado em Economia, Jornalismo e Ciências Políticas pela UNIVILLE – SC. Gaúcho de nascimento e catarinense de coração. Conservador de direita em defesa da ética, da liberdade de expressão e por um Brasil mais justo. Apaixonado por vendas é fundador do Jornal Expresso Diário
Amauricio Borba