Veja o que foi informado pelo ClicRBS:

Era para ser uma performance ao ar livre do bailarino Igor Cavalcante Medina dentro da programação do 8º Caxias em Movimento. Mas a dança solitária, misto de protesto e arte, foi confundida com um surto psicótico e Medina foi levado à força para o Pronto-Atendimento 24 Horas (Postão) em Caxias do Sul.

O caso aconteceu no final da manhã deste sábado, na Praça João Pessoa. Segundo o diretor da Guarda Municipal, Ivo Rauber, os agentes foram acionados para verificar o que um homem fazia parado na Praça João Pessoa.

Ele relata que o atendimento foi liderado pela equipe do Samu, que decidiu pela contenção com o uso de colete e o encaminhamento para uma unidade de saúde. Rauber ressalta que, em nenhum momento, os agentes da Guarda utilizaram a força na abordagem.

Agora, a cereja do bolo:

— O que chamou a atenção é que ele usava umas roupas da performance e tinha um arame farpado no pescoço. A equipe tentou falar com ele, mas o bailarino ficava mudo. Olhava para o céu, para cima e para baixo. De repente, começou a soltar frases filosóficas, citava a Somália a todo momento. Os guardas entenderam que poderia ter algum problema de saúde e acionaram o Samu — resume o diretor.

Casos como este mostram como o mundo das artes foi sucateado. As pessoas já não distinguem mais uma performance artística de um surto psicótico ou mesmo de um monte de lixo, como aconteceu recentemente em museu.

Se era isso que esse bando de doentes esquerdistas queriam para o mundo, conseguiram. Nunca mais teremos um Da Vinci…

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