Escola estadual obriga alunos a defenderem aborto e suicídio em exposição

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A exposição de um trabalho escolar obrigatório feito por alunos do Colégio Estadual Dom Geraldo Fernandes, em Cambé-PR, provocou revolta nos pais por incitar o aborto e o suicídio.

O caso veio à tona depois que o filho de 14 anos de Cristiane Felipe Agapito, que cursa o nono ano no colégio, comentou com os pais o conteúdo da exposição.

“Meu marido foi até a escola nesta manhã [sexta, 27] e constatou o conteúdo”, conta Cristiane. O marido dela, Toni Eferson Agonilha, registrou as fotos. “Ela (a escola) já deu outros trabalhos estranhos, com meninos vestidos de meninas e vice-versa”, conta a mãe.

A exposição ocorreu na última quinta-feira (26) no refeitório da escola e possuía bonecos pendurados em cordas amarradas ao pescoço, como se tivessem se enforcado. Uma forca vazia, pendurada na parede, é acompanhada por dois cartazes. “Soluções para seus problemas?”, diz um. “Soluções para seus defeitos?”, diz o outro.

Outra parte da exposição simula um aborto. Ao lado de uma boneca ensanguentada há um cartaz que diz “objetos para abortos” e frascos (um deles identificado como “chá abortivo”), agulhas de tricô e outros itens.

Uma bíblia rasgada, parcialmente queimada e com colagens de notícias sobre abusos sexuais cometidos por padres e pastores também fez parte da exposição, a qual foi retirada pela escola no mesmo dia após a divulgação das imagens. A polícia e o Ministério Público foram acionados para investigar o caso.

Nenhum representante da escola se manifestou publicamente sobre a exposição até o momento.

As informações são do Instituto Liberal de São Paulo.

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