Massacre no Texas poderia ter sido pior se um cidadão civil armado não tivesse interrompido, mas imprensa brasileira esconde isso

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Sempre que ocorre um massacre com armas, a esquerda oportunista e desarmamentista lança sua narrativa: “precisamos desarmar os civis”. Claro que eles omitem o fato de que os bandidos nunca ligam para as regulações. Isso ajuda a explicar porque o Brasil desarmado é recordista mundial em homicídios.

Mesmo assim, a narrativa prossegue e está sendo retomada com toda a força após o atentado ocorrido neste domingo, em Sutherland Springs, no Texas, quando um atirador abriu fogo contra uma pequena igreja. Pelo menos 26 pessoas morreram.

Mas poderiam ter morrido muitas mais não fosse Johnnie Langendorff, um civil armado, que abateu o assassino, David Patrick Kelley, de 26 anos.

Quando Kelly abriu fogo contra a igreja com seu rifle AR-15 semi-automático, Langendorff, um morador do local, também sacou seu próprio rifle e entrou em confronto com o terrorista. Por isso, o terrorista interrompeu o massacre, entrou em seu carro e fugiu. A partir daí, começou uma perseguição e Kelly terminou morto. Não está claro se Langendorff atirou em Kelly ou se ele se suicidou após a perseguição.

Langendorff contou que a perseguição chegou à velocidade de 95 milhas por hora, quando Kelly perdeu o controle de seu carro, causando um acidente.

“[Eu estava] apenas tentando capturá-lo ou qualquer coisa que pudesse ser feita. Eu quero dizer que estava fazendo apenas a coisa certa a ser feita”, disse Langendorff.

As informações são do site Ceticismo Político.

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