O nióbio pode entrar no radar político das futuras eleições presidenciais.
O Brasil lidera a produção mundial. Fato desconhecido dos brasileiros e ignorado pelos analistas econômicos.
Ocupa o terceiro lugar, atrás somente do minério de ferro e do ouro, na pauta das exportações de minérios.
Por ser o mais leve dos metais refratários na siderurgia, nas indústrias automobilísticas, aeroespacial, bélica e nuclear, é considerado estratégico.
É usado nos tomógrafos de ressonância magnética, lentes óticas, bens eletrônicos, lâmpadas de alta intensidade e outros supercondutores, a exemplo da propulsão de foguetes.
Existe em vários países, mas 94,4% das reservas conhecidas no mundo está no Brasil, calculada em 842.000.000 toneladas.
A produção brasileira é responsável por 90% da comercialização mundial.
“Leia o artigo de Edson Gradia na íntegra clicando aqui”