Fake News: Bolsonaro gastou mais com o Cartão Corporativo?

Recentemente, a mídia inundou a internet com notícias (des)informando o cidadão com a ideia de que o governo Bolsonaro gastou 16% a mais com o cartão corporativo.

Para a maioria dos brasileiros de bem, já vacinados contra as tentativas criminosas da imprensa de imputar crimes que não existem nas contas de Bolsonaro, é pouco crível uma notícia dessas, principalmente quando os assinantes dos maiores jornais do país decrescem a cada dia, e a influência que a grande mídia exerce segue o mesmo rumo.

Mas é preciso explicar qual é a verdade por trás de tantos ataques coordenados e desinformação.

Primeiramente, como os jornalistas, que deveriam ser responsáveis pelas noticias veiculadas em seus canais, não se preocupam com a verdade, é preciso explicar que a comparação entre os anos de 2018 e 2019, mais precisamente durante o mês de janeiro, o gasto diferenciado entre os dois anos é facilmente explicado pelo fato de que em 2018, o então presidente Michel Temer, que não tinha vice presidente, se ocupou sozinho com os gastos no cartão corporativo.

Já em 2019, ano em que ocorreu uma transição de governo, era Michel Temer deixando o mandato, e Bolsonaro assumindo a faixa, ainda entra na Hamilton Mourão como vice-presidente.

Mas para explicar detalhadamente o site Diário do Brasil e Diário do Poder fez uma análise minuciosa sobre os gastos dos últimos 4 anos do cartão corporativo e constatou que o Governo Bolsonaro reduziu gastos médios com cartões corporativos em 36%.

Confira:

A mídia patética e agonizante publicou o seguinte:

Governo Bolsonaro eleva em 16% os gastos cartão corporativo

“Os gastos com cartões corporativos da Presidência da República nos dois primeiros meses do governo Jair Bolsonaro aumentaram 16% em relação à média dos últimos quatro anos … a nova gestão não só manteve o uso dos cartões como foi responsável por uma fatura de R$ 1,1 milhão.

Vamos fazer as contas?

Fatura de R$ 1,1 milhão em 2 meses = R$ 550 mil por mês … correto?

R$ 550 mil (por mês) x 12 daria uma média anual de R$ 6,6 milhões.

Ano de 2017

A fatura dos cartões corporativos da Presidência subiu 46,3% enquanto Dilma comandou o País, em relação aos governos Lula.

A média anual de gastos passou de R$ 12,7 milhões, entre 2003 e 2010, para quase R$ 18 milhões de 2011 até maio de 2016, quando o impeachment de Dilma foi aprovado no Senado.

No total, Lula gastou R$ 102,3 milhões em 8 anos, contra R$ 95,9 milhões de Dilma em 5 anos e 5 meses.

  • Média anual de Dilma = R$ 17,7 milhões

  • Média anual de Lula = R$ 12, 7 milhões

Desde 2003, os governos Lula e Dilma gastaram mais de R$ 670 milhões com cartões corporativos. Tudo na conta do contribuinte.

Alegando garantia da “segurança da sociedade e do Estado”, cerca de 95% dos gastos da Presidência são classificados como sigilosos.

No primeiro ano de mandato, em 2003, Lula gastou R$ 8,3 milhões em compras com cartões corporativos da Presidência.

Em 2010, último ano do mandato, Lula gastou R$19 milhões e só foi superado em 2014, por Dilma: R$21,2 milhões. Ambos anos eleitorais.


(informações de Cláudio Humberto / Diário do Poder)

 

Amauricio Borba

Formado em Economia, Jornalismo e Ciências Políticas pela UNIVILLE – SC. Gaúcho de nascimento e catarinense de coração. Conservador de Direita sempre em defesa da ética, da liberdade de expressão e por um Brasil mais justo. Apaixonado por vendas é fundador do Jornal Expresso Diário
Amauricio Borba

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