Ronaldo Ésper virou hétero e disse que era gay por maldição de uma tia

O estilista Ronaldo Ésper afirmou que não se identifica mais como homossexual e explicou que essa mudança tem muito a ver com a sua religião — há cinco anos, ele frequenta a Igreja Universal do Reino de Deus.

Sua nova fé vê a homossexualidade como uma maldição, e ele acredita ter sido vítima disso. “Eu fui amaldiçoado por uma tia quando era criança”, disse em entrevista ao Pânico, nesta quarta-feira (19).

Para Ronaldo Ésper, a “maldição” da homossexualidade partiu da tia que nunca gostou dele. “Ela me jogou na piscina e eu estava me afogando.

Ela não gostava de mim, já era homofóbica desde sempre”, explicou o estilista. Ele afirmou que nunca gostou de ser homossexual. “Eu passei a vida inteira sendo homossexual por causa dessa maldição, mas eu não gostava disso, gostava da farra”, confessou.

Acusado por muita gente de estar prestando um desserviço, Ésper defende que está apenas dando o seu testemunho.

“Eu senti necessidade de fazer isso, mas não estou puxando ninguém para ir para a igreja”, disse, explicando que procurou a religião em um momento em que estava muito mal psicologicamente. “Minha vida espiritual mudou muito, está bem melhor.”

Polêmicas
A sexualidade de Ronaldo Ésper, no entanto, está longe de ser a única polêmica de sua carreira.

O estilista coleciona casos desde o começo de sua carreira, que aconteceu na época da ditadura militar. Ele, inclusive, sente saudade desse tempo. “O período militar foi maravilhoso, só apanhava quem era contra”, defendeu. “Eu era estudante de filosofia e nunca apanhei, não posso me queixar.

A juventude acha que foi um terror, mas não foi um terror”, disse. Além das mudanças na política, Ésper acredita que a moda mudou muito. “Antigamente só tinha mulheres maravilhosas na moda, agora só tem vadia.”

Na TV, o estilista também teve episódios marcantes. Um de seus desafetos foi Ana Hickmann. “Quando eu estava na Luciana Gimenez, eu era líder de audiência e falava muito da Ana Hickmann, e ela se ofendeu com aquilo”, disse.

Quando foi trabalhar com ela, Ésper demorou para cair nas graças da apresentadora. “Demorou um ano para a gente começar a conversar, mas hoje não há mais nada entre nós”, afirmou.

Mas a sua rixa mais famosa foi com o também estilista Clodovil Hernandes, que morreu em 2009. Apesar dos entreveros, Ronaldo Ésper disse que ambos eram amigos.

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“Três dias antes o Clodovil morrer, eu falei com ele. Não havia ódio, nem inimizade, nem nada”, garantiu.

Amauricio Borba

Formado em Economia, Jornalismo e Ciências Políticas pela UNIVILLE – SC. Gaúcho de nascimento e catarinense de coração. Conservador de direita em defesa da ética, da liberdade de expressão e por um Brasil mais justo. Apaixonado por vendas é fundador do Jornal Expresso Diário
Amauricio Borba